Como a E-VIDA conseguiu aumentar o seu faturamento?

As Caixas de Assistência no Brasil foram criadas com o propósito de trazer uma política de benefícios aos seus associados. E nos últimos anos, a Caixa de Assistência do Setor Elétrico (E-VIDA) se tornou uma das instituições mais sólidas no segmento, e os milhares de beneficiários têm à disposição uma rede credenciada de excelência para prover uma assistência à saúde e programas de qualidade de vida.

Durante a 18ª edição do Congresso UNIDAS, em São Paulo, realizado nos dias 23 e 25 de outubro, o presidente institucional do Grupo Med Mais, Victor Reis, conversa no blog da Med Mais com o Eli Junior, diretor-presidente da E-VIDA sobre a Caixa de Assistência conseguiu aumentar o seu faturamento.

 

Como você pensou nessa estratégia de se gerar mais receita para a Caixa de Assistência?

As Caixas de Assistência não visam lucro. No entanto, como qualquer negócio, a gente precisa de receita até mesmo para os investimentos que são necessários para entregar um produto de qualidade. Dentro desse contexto, comecei a pensar, a estudar e a estruturar, principalmente, com um histórico passado como gestor, diretor de outras empresas, como uma possibilidade também de fornecer serviços alternativos, e aí que veio a ideia do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional).

E dentro desse contexto, e também por não ser especializado, a ideia foi fazer uma contratação efetiva de uma empresa que fosse referência de mercado, pra eu conseguir auferir uma receita e até mesmo na prestação de serviço e também não tivesse as dores de cabeça necessárias e duas linhas: de quem não é qualificado para prestar o serviço, que é o nosso caso, e também que nós não tivesse uma dor de cabeça de administrar o serviço operacional.

 

E o que vocês fizeram?

A gente tem um bom contrato escrito, no caso com a empresa de vocês da Med Mais, então a gente administra por indicadores. E o que foi também o diferencial da contratação, nós não conseguimos até esse determinado momento encontrar alguém que fornecesse esse serviço com um diferencial e aí foi a ideia, e houve essa convergência. Então, nós prestamos para as nossas patrocinadoras o serviço e aí recebemos uma pequena taxa de administração, que serve como receita para a gente operacionalizar a caixa, e trazer melhoria que se reverte em novos benefícios.

 

Ou seja, você conseguiu agregar valor, trazer qualidade e respeito aos teus patrocinadores e ao cliente final que é atendido pela parte de Medicina do Trabalho, e ainda trouxe uma receita para a instituição?

Ainda trouxemos uma receita direta, pois a partir do momento que há uma atuação no PCMSO e eu recebo os indicadores de PCMSO, eu tenho um reflexo na saúde. E quando eu tenho um reflexo direto na saúde, consequentemente, tenho um reflexo direto no plano de saúde. Então, tem toda uma cadeia de inteligência envolvida e que se reverte ao final das contas, em favor, primeiramente, aos meus patrocinadores, como uma diminuição, por exemplo de absenteísmo, mas também na Caixa de Assistência, com relação aos valores que a mim são repassados.

 

No vídeo Victor Reis e Eli Pinto trazem mais informações sobre gestão e indicadores. Confira!

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